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Mostrando postagens de Abril, 2017

Favoritos da Casa; The National (Cincinatti, Ohio, USA)

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Favoritos da Casa; The National (Cincinatti, Ohio, USA)

O National é originária de Cincinatti, Ohio, mas seu som sempre conversou mais com sua cidade adotiva, Nova Iorque. A banda é formada pelos irmãos Bryce e Aaron Dressner nas guitarras, e Bryan e Scott Davendorf, no baixo e na bateria respectivamente, além, é claro, de Matt Berninger nos vocais.
Eles estão na ativa desde 1999 e já lançaram seis álbuns de estúdio; O debut, auto-intitulado, saiu em 2001. Já o segundo, 'Sad Songs For Dirty Lovers', veio em 2003 e já trouxe algumas das primeiras grandes canções, como 'Murder Me Rachel', 'Cardinal Song' e 'Lucky You'.
Depois do EP 'Cherry Tree', em 2004, o terceiro rebento, 'Alligator', veio em 2005. Agora, com alguns clássicos, como 'Secret Meeting', 'Daughters Of Soho Riots'', 'Abel' e 'Mr. November'.
Em 2007, 'Boxer' os colocou definitivamente no mapa; Além das sensacionais 'Apartment Song…

Música + Cinema; 'A Festa Nunca Termina' ('24 Hour Party People') (2002)

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'A Festa Nunca Termina'
('24 Hour Party People')
Inglaterra - 2002
Dirigido Por Michael Winterbotton
Roteiro De Frank Cottrell Boyce
Com: Steve Coogan, Lennie James e John Thomson.
Duração: 117 minutos
Um espécie de documentário de mentirinha da cena musical de Manchester, que mais tarde ficaria conhecida com 'MadChester' por ter sido o berço da proliferação do ecstasy e das raves, '24 Hour Party People' é uma obra prima pra quem já caiu de tanto dançar New Order numa pista de dança mofada nos anos oitenta.

Desde a implosão da cena, quando metade das pessoas que assistiam a uma apresentação pífia dos Sex Pistols montou uma banda (um dos momentos mais hilários do filme), passando pelo suicídio de Ian Curtis, do Joy Division, um dia antes de embarcarem para a América, num momento extremamente bonito, até a insanidade non sense das raves e do Happy Mondays, onde tudo que era extremo e ridículo, funcionava.

O filme desfila os clássicos, deixando um pouco …

Músicas Para Salvar sua Vida; 'I Know It's Over', The Smiths (1986)

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Músicas para salvar sua vida; 'I Know It's Over', The Smiths (1986)
Faixa 3 do álbum 'The Queen is Dead'
Lançado em 16-06-1986. (Rough Trade/Sire Records).
Não lançada como compacto. Composta por Morrissey e Johnny Marr. Produzida por Stephen Street.
''I Know It's Over' foi escrita uma noite com luz baixa' disse Johnny Marr a New Musical Express em 2011;: 'Nós a gravamos em cerca de uma hora, na pausa para o chá. Mas a Inglaterra sendo a Inglaterra, o dia estava escuro e úmido como sempre. Foi muito bonito o que se refletia do lado de fora. E era o que eu senti por uma grande parte da minha vida, particularmente, durante esse período". 

 Aparentemente, a melancolia da canção veio na hora certa.
É, definivamente, a canção mais sombria dos Smiths. Através de um moribundo, Morrissey reflete sobre o que sente, vendo sua vida como desperdiçada e solitária. Ela nasceu como  muitas das composições de Morrisey/Marr; escritas cara a cara, com um violão…

Shows Completos; Nirvana, Ao Vivo no Festival de Reading, Inglaterra - 30-08-1992

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Shows Completos; Nirvana, Ao Vivo no Festival de Reading, Inglaterra - 30-08-1992
Clássico show do Nirvana, no auge, no festival de Reading, na Inglaterra. Essa apresentação ficou famosa quando Kurt entrou vestido de noiva em uma cadeira de rodas. O auge da insanidade do trio. Basta ver o set list; Além das músicas dos três álbums ('Bleach', 'Nevermind' e 'Incesticide'), 'All Apologies', que só viria a sair um ano depois e várias covers bizarras foram tocadas. Antológico!

Set List
1. The rose (intro)
2. Breed
3. Drain You
4. Aneurysm
5. School
6. Sliver
7. In Bloom
8. Come As You Are
9. Lithium
10. About a Girl
11. Tourette's
12. Polly
13. Lounge Act
14. More than feeling
15. Smells Like Teen Spirit
16. On a Plain
17. Negative Creep
18. Been a Son
19. All Apologies
20. Blew
21. Dumb
22. Stay Away
23. Spank Thru
24. Love Buzz
25. Smoke on the water
26. The Money Will Roll Right In
27. D-7
28. Territorial Pissings 01:27:10
29. The star spangled banner 01:29:2…

Discoteca Básica; 'My Blue Heaven : The Best of Fats Domino', Fats Domino (1990)

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Discoteca Básica; 'My Blue Heaven : The Best of Fats Domino', Fats Domino (1990)
"Bem, vocês chamam isso de rock'n'roll. 
Tenho tocado isso lá em Nova Orleans por cerca de dez anos e sempre disse que isso era rhythm'n'blues." Assim respondeu Fats Domino ao ser perguntado como surgiu o rock'n'roll, O cantor, compositor e pianista foi um dos principais responsáveis pela tremenda transfomação da música negra no novo ritmo consumido pela juventude. 
Em termos de consumo, Fats Domino era mestre: o gordão foi simplesmente o terceiro maior artista em vendas na era de ouro do rock'n'roll, Só perdeu para Elvis Presley e Pat Boone, respectivamente em primeiro e segundo lugares, Entre 49 e 60, Fats chegou a lançar 23 singles, os quais conseguiram ultrapassar a marca de um milhão de cópias vendidas, O cara era um campeão,Antoine "Fats" Domino nasceu em 10 de maio de 1929, em Nova Orleans. Ele logo cedo aprendeu a tocar piano e daí começou a…

Música + Livros; 'Tocando a Distância - Ian Curtis & Joy Division', de Deborah Curtis (1995)

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Música + Livros; 'Tocando a Distância - Ian Curtis & Joy Division', de Deborah Curtis (1995) (Leitura Online);
Na manhã de 18 de maio de 1980, Deborah Curtis encontrou o marido (o casal estava se divorciando, mas os papéis não haviam sido assinados) enforcado na cozinha do casal em Macclesfield, cidade vizinha de Manchester. O último gesto do vocalista do Joy Division colocou ponto final em uma vida breve (ele tinha 23 anos) e Deborah tenta entendê-lo neste livro lançado originalmente em 1995 na Inglaterra. “Tocando a Distância” humaniza Ian Curtis ao mesmo tempo em que o mitifica. Segundo a esposa, Ian era ciumento e possessivo (ele fazia cenas quando ela usava roupas decotadas e saias curtas tanto quanto a proibia de conversar com homens e amigas de escola). 

Deborah também questionava o conteúdo nazista da banda (“Joy Division era como os nazistas chamavam as prisioneiras mantidas vivas para serem usadas como prostitutas pelo exército alemão. (…) Era repugnante, de mau go…

Disco da semana; "No More Shall We Part" Nick Cave & The Bad Seeds (2001);

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Disco da semana;  "No More Shall We Part" Nick Cave & The Bad Seeds (2001);
Oriundo da banda mezzo-punk performática britânica Birthday Party, Nick Cave montou os Bad Seeds pra uma única coisa; Cortar corações.E aqui, ele alcançou seu ápice. "No More Shall We Part" é um funeral. Carregado de climas soturnos e lúgubres, mas, ao mesmo tempo, românticos, singelos e encandecestes  Parecem opostos? Pois nessa desconexão que o disco brilha. Como os olhos de um vampiro, é verdade... Gravado depois de um iato de quatro anos do seu anterior, o ótimo "The Boatman's Call", todas as músicas tem uma sofisticação instrumental linda. Pianos, xilofones, violinos... Mas é na voz e nas letras de Cave que o arrepio começa. Já na abertura com "As I Sat Sadly by Her Side". Um relato de um homem ao lado da sua mulher morta. Pesado? Não! Então tente "And No More Shall We Part", a faixa-título, e tente não imaginar algo menos pesado que um suicídio. Ou d…

Música + Cinema; 'CBGB' (2013) (Download)

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Música + Cinema; 'CBGB' (2013) (Download)

Dirigido Por Randal Miller
A história do clube CBGB, que deu vida ao cenário do Punk Rock no final dos anos setenta em Nova Iorque. Hilly Kristal oferecia o palco do seu clube para bandas até então iniciantes, como os Ramones, Blondie, Talking Heads, Patti Smith, Dead Boys, Television, dentre tantos outros  Esse último aliás, foi a primeira banda a se apresentar por lá e era banda fixa dos domingos até gravar seu hoje clássico álbum 'Marquee Moon'. O clube fechou em 2006, com um último show feito por Patti smith. Hoje, o local é uma loja de roupas.
Se não funciona como grande filme ou recriação de uma época, vale para os mais novos conhecerem a origem de grandes bandas, que influenciam fortemente quase toda a geração atual.



Mais Informações;

http://en.wikipedia.org/wiki/CBGB
http://en.wikipedia.org/wiki/CBGB_%28film%29


Para compartilhamento, não para venda.

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A Trilha;
Tracklist
1. “…

Tobias Jesso Jr. (Vancouver, Canada)

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Tobias Jesso Jr. (Vancouver, Canada) (REPOST 2015)
O canadense Tobias Jesso Jr. é um deslocado no tempo. Antigo baixista da banda The Sessions, ele resolveu redirecionar sua carreira e o resultado é 'Goon', álbum recém-lançado e que, basicamente, não tem uma linha de melodia que não tenha saído da década de setenta.
O disco, que tem recebido resenhas elogiosas onde quer que tenha sido ouvido, não vem em camadas; É direto no lirismo e no romanticismo. A sinceridade romântica é tanta que comove. Mas não é piegas. Um Elton John encontrado a melodia de um Big Star. Um Paul McCartney ainda apaixonado por Linda. A fragilidade é acentuada em cada nota do piano. Não há guitarras. Não há subterfúgios.
Ouvir o disco te dá uma sensação cinemática. As músicas estão ali, esperando um filme usá-las. 
Desde já, um dos discos do ano.
Confira o vídeo para 'How Could You Babe'


Mais informações;

http://en.wikipedia.org/wiki/Tobias_Jesso_Jr. www.tobiasjessojr.com/ https://www.facebook.com/tobiasj…

Discoteca Básica; 'Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band', The Beatles (1967)

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Discoteca Básica; 'Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band', The Beatles (1967)

"Cada década produz um ou dois momentos autenticamente memoráveis. Em regra, apenas uma guerra ou uma tragédia apavorante conseguem penetrar as preocupações de milhões de pessoas ao mesmo tempo e ocasionar uma única e bem orquestrada emoção. Mesmo assim, em junho de 1967, tal emoção brotou sem ter sido causada por nenhuma morte, mas pela simples audição de um disco." Trecho do livro Shout!, de Philip Norman.

O tal disco era Sargeant Pepper's Lonely Hearts Club Band. Ainda hoje existem centenas de milhares de pessoas que lembram-se com clareza cristalina do primeiro dia em que ouviram um trecho ou uma faixa de Sgt. Pepper's. Na maioria dos casos, ficou na memória a lembrança de um imenso pasmo - feita pelo grupo pop mais famoso do mundo, ali estava uma coleção de sons musicais absolutamente inédita, revolucionária. Nunca se ouvira (ou se imaginara) coisa parecida: ro…

Música + Livros; 'Vida : A Autobiografia', por Keith Richards

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Música + Livros; 'Vida : A Autobiografia', por Keith Richards (Download + Leitura Online) 
Boas histórias, quando bem contadas, podem ser desfiadas várias vezes. Vida, o calhamaço de 600 páginas em que Keith Richards relata sua trajetória, tem esse mérito. Em tom confessional – por vezes bem-humorado, noutras sarcástico e em alguns momentos tristonho e nostálgico –, o guitarrista, vocalista, compositor e cofundador dos Rolling Stones traz a público sua própria versão para casos que são conhecidos de quem acompanha a superbanda de rock. 

Os primeiros anos dos Stones, o envolvimento com as drogas, talvez a parte mais folclórica de sua vida, os escândalos de todos os níveis, principalmente os sexuais, as prisões, as gravações de discos antológicos. Tudo isso, de certa maneira, já foi escrito e relatado por jornalistas entre os vários livros já publicados sobre o grupo. Mas, Vida apresenta o que nenhum outro conseguiu: mesmo tendo sido escrito em parceria com um jornalista que acomp…