Desconstruindo o Pop! Playlist 63; 'I don't get that close to the glass until I'm on the floor'

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Desconstruindo o Pop! Playlist 63; 'I don't get that close to the glass until I'm on the floor';

Tracklist;

01. '2013', Arctic Monkeys
02. 'Thousand Year Old Child', Pure X
03. 'See the Sky', Neon Night Riders
04. 'Sun', Caribou
05. 'Skyscraper', Elephant
06. 'The Beauty Surrounds', Houses
07. 'Alien Days', MGMT
08. 'Flavor', Twin Peaks
09. 'Ghost Creature', Telekinesis
10. 'While the Song Remains the Same', Noel Gallagher's High Flying Byrds
11. 'Atomic Man', Portugal The Man
12. 'Overgrown', Crushed Beaks
13. 'Flunky Minnows', Guided by Voices
14. 'Brother Bryan', Waxahatchee
15. 'The River', Camel Heads
16. 'Todo Futuro é Fabuloso', Bazar Pamplona
17. 'In the City', Caveman
18. 'Stop Thief!', The Wedding Present
19. 'Danger in the Club', Palma Violets
20. 'I Don't Wanna Go Home', Curtis Harding

Música + Cinema; 'The Commitments - Loucos pela Fama' (1991) (Torrent Download + OST)

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Música + Cinema; 'The Commitments - Loucos pela Fama' (1991) (Torrent Download + OST)
Um dos filmes mais bacanas dos anos 90, The Commitments rendeu um culto absurdo e uma banda "oficial" que vive tocando até os dias de hoje em excursões pelo planeta. Considerado um filme menor na carreira do cineasta Alan Parker, The Commitments - inspirado em um livro de Roddy Boyle - virou uma febre impressionante e a trilha sonora vendeu mais de 15 milhões de cópias. A história conta o nascimento de um grupo que se une para tocar soul music, mostrando a meteórica ascensão e mais meteórica ainda, queda. Do mesmo modo que possuíam uma química para tocar, os músicos se odiavam. E o ódio não era apenas fingimento - o cantor Andrew Strong, um gorducho de 17 anos e voz que lembra Joe Cocker - era considerado um escroto. Mas, Andrew e Maria Doyle Kennedy fizeram sucesso e conseguiram ter boas carreiras-solos e foi especulado até uma continuação do filme. Mas antes que eu conte toda a coluna no resumo, deixe começar bem do início...

Quando o famoso diretor Alan Parker começou a montar The Commitments, não sabia que estava diante de uma febre que se estende até os dias de hoje. Famoso por dirigir filmes como The Wall e Birdy, Parker resolveu adaptar um livro de sucesso do escritor irlandês Roddy Boyle, que contava a história de jovens irlandeses que montam uma banda de r&b e soul, na Irlanda.

O filme possui dois personagens principais: o empresário Jimmy Rabbitte - morador do subúrbio e que sonha fazer dinheiro com uma banda - e o cantor Deco - vivido então por um jovem desconhecido, Andrew Strong, com 16 para 17 anos à época.

A história é basicamente simples: Jimmy vive em um bairro pobre da Irlanda, com sua família e tem um pai absolutamente fanático por Elvis Presley, que defende com unhas e dentes a teoria de que o Rei do Rock não morreu de overdose por drogas. Como curiosidade vale notar a então desconhecida Andrea Corr como a irmã de Jimmy, Sharon. Andrea é hoje uma das integrantes de uma banda de enorme sucesso mundial, The Corrs.
Nesse ambiente, Jimmy sonha em montar uma banda de música negra, pois segundo ele os irlandeses são os negros da Europa e os dublinenses são os negros mais negros da Irlanda e por isso são os mais aptos para tocar a música soul.



Sem saber como encontrar músicos para sua banda - a World's Hardest Working Band (a banda mais trabalhadora do mundo) e que já tem até um nome escolhido previamente, The Commitments -, Jimmy sai perambulando pela cidade até encontrar em uma chatíssima festa de casamento um jovem garoto, que bêbado, sobe ao palco e canta algumas músicas, com grande talento: Deco. Mas Deco era conhecido como uma pessoa problemática e intragável, mas mesmo assim, Jimmy resolve convidá-lo para integrar o grupo. Desempregado e sem maiores preocupações, Deco aceita.

Mas Jimmy ainda precisava de mais integrantes. Em sua cabeça era necessário cantoras, uma seção de metais, além de um guitarrista, um pianista, um baixista e um baterista, completando a formação.

A primeira providência é arranjar as cantoras e recruta três beldades. Na verdade, Jimmy usa um artifício inteligente, convidando a menos bonita de todas primero, pedindo para que leve as demais para um ensaio. Jimmy estava de olho na loira e sexy Imelda, vivida por Angeline Ball, mas acabou muito feliz com a chegada da igualmente bonita Natalie, e que canta até melhor.

Recrutando músicos dos mais diferentes lugares, Jimmy começa a montar o grupo. Mas ainda faltava o toque final, uma cabeça que pudesse orientar todos aqueles talentos crus. É aí que aparece o trumpetista Joey "The Lips" Fagan, um músico com mais de 40 anos, misterioso e que encontrou Jimmy após ouvir um chamado do Senhor.

Joey era realmente o único músico profissional do jovem grupo e mostra um currículo impressionante - e que Jimmy não acredita, à princípio - pois havia tocado com todos os nomes importantes dos anos 50, 60 e 70 - de Elvis até Wilson Pickett.



Obviamente, Joey será a voz que aconselhará Jimmy e que regerá os ensaios. Será ele que ensinará aos garotos como tocar soul e o que faz um músico soul. É nesse momento que Jimmy explica a idéia central para os músicos, durante uma viagem de ônibus: The Commitments será uma banda de música negra, pois eles são os negros da Irlanda. Aqueles jovens branquelos, obviamente, pensam que Jimmy havia ficado maluco.

Sobre essa afirmação, o escritor Roddy Doyle comenta: "a questão dessa frase ter causado polêmica, foi porque eu quis fazer uma brincadeira. Ele está motivando os músicos e está motivando a todos que estão na banda e dando-lhes uma uma razão de estar lá, mesmo que não sejam tão talentosos. E há também o aspecto histórico da Irlanda, um país que foi durante séculos uma colônia, e que por causa disso, nunca se encaixou perfeitamente aos padrões europeus. A Irlanda é diferente: é mais sombria e o fato de muitos terem que ter deixado o país nos séculos XIX e XX para poderem comer, e a luta para habitarem lugares inóspitos fez com que fossem tão discriminados em certos lugares como os negros e considerados pessoas de segunda classe. Mas a idéia principal era fazer uma piada, e ao mesmo tempo chocar os mais conservadores com a idéia de serem negros.

Para começar o filme, Parker recrutou uma imensa seleção de jovens músicos irlandeses e que soubessem atuar, como mostra esse cartaz à procura desses talentos durante a pré-produção.

Alan Parker também só conheceu Roddy Doyle dias antes de começar os trabalhos em Dublin, e o escritor lembra que o contato entre os dois foi mínimo. "Nessa época eu trabalhava como professor em Dublin e vi Parker apenas uma duas vezes quando ele chegou. Entreguei a ele o script do filme e fiz uma rápida leitura com os atores para tirar algumas dúvidas. Alan me pareceu uma pessoa bacana e sabia exatamente o que queria durante os trabalhos, mas nos encontramos pouquíssimas vezes depois disso. Eu fui assistir a uns dois ensaios, por cortesia, já que eu estava muito ocupado ensinando. Mas Alan vivia em Los Angeles, tinha uma outra realidade e não posso dizer que ficamos amigos. E, como já disse, ele já tinha todo o filme em sua cabeça."

E no meio de todos os jovens atores a figura do jovem Andrew Strong, que viveria Deco, explode. Gordo, desbocado, egocêntrico, indolente, e com modos porcos, Deco é desde o primeiro ensaio a grande figura da banda. Mesmo causando aversão aos demais componentes do grupo, Deco é aceito pois Joey afirma que sua voz é abençoada. E realmente é impressionante que um garoto de 16 ou 17 anos possa ter tamanho domínio de sua voz, que embora não seja tão grande, é cheia de energia e ritmo.

Mas estamos falando de irlandeses, um povo tradicionalmente de sangue quente e briguento. Ao mesmo tempo em que os ensaios vão progredindo e as primeiras apresentações vão aparecendo, as brigas explodem entre os membros. E, reza a lenda, que muitas delas não estavam no roteiro original e que eram bem reais, especialmente as que envolviam Deco e o baterista Mickah Wallace.

E as histórias se sucedem de maneira absolutamente divertidas. Há a cena em que o guitarrista é eletrocutado em cena e levado ao hospital; a contratação de um antigo punk como segurança por Jimmy, perseguido por agiotas que querem o dinheiro emprestado de volta, segurança esse que sonha em matar Deco, e que seria, indiretamente, o responsável pelo fim da banda.



E, em meio a tudo isso, cresce um pequeno culto aos Commitments, em Dublin. A banda começa a fazer fama e Jimmy pode finalmente fazer o que tanto ama, dar entrevistas aos jornais falando de sua banda, de seu projeto, de sua "visão". Jimmy podia parar finalmente de dar sua entrevistas imaginárias no seu quarto e fazer de sua escova de cabelo um microfone de um repórter.

O grande ápice do filme é realmente o show final da banda, que termina de uma maneira insólita. O velho Joey havia tido caso todas as garotas da banda, que se engalfinham nos bastidores e disputam o velho músico, que, deliciado, apenas observa a tudo. No meio disso, o segurança é promovido ao cargo de baterista, que deixou o grupo para não matar Deco. O cantor aumenta ainda mais seu egocentrismo e chama os Commitments de sua banda de apoio, desprezando os outros integrantes. Para aumentar a tensão, Joey fez uma visita ao lendário Wilson Pickett, que estava em Dublin para um show, um dia antes da apresentação, e jura (segundo Joey) que tocará Pickett com o grupo por alguns minutos.

Excitado com a idéia, o inexperiente Jimmy sai divulgando ao mundo que The Commitments fará um show histórico e que terá a participação de Pickett. Para tal celebração, mete a banda, pela primeira vez, em trajes de gala: os homens de smoking, as mulheres em longos vestidos negros e justos, para realçar suas curvas.

E antes do show começar o pau explode nos camarins entre os músicos, que, mesmo assim, ainda vão para o palco e arrepiam a todos, especialmente na versão de "Try A Little Tenderness", imortalizada na voz única de Otis Redding, em que Deco brilha mais do que nunca.

Mas Pickett não chega e todos começam a gozar Jimmy pela promessa furada. Jimmy, por sua vez cobra de Joey uma posição sobre o caso. Velhaco, o trumpetista apenas afirma que Wilson jurou aparecer, mas que não se pode cobrar nada de uma pessoa tão famosa.
E logo após o show, a banda desmorona, e Deco é espancado selvagemente pelo baterista. Ocorre uma grande confusão e The Commitments acaba tão rapidamente quanto aparecera.

E o que sobra para Jimmy? Duas coisas: quando caminhava a pé para sua casa, desiludido, Jimmy é parado por uma grande limousine. Lá sai uma voz famosa perguntando onde era tal lugar, pois ele tinha prometido uma canja. A pessoa era ninguém menos que Wilson Pickett.

A segunda é tornar-se empresário da cantora Natalie, com quem tem um caso. Natalie era apaixonada por Jimmy desde o início. Ao final, Jimmy, atuando como o narrador da história, conta as desventuras de cada integrante: Deco virou um cantor genioso e fracassado e cada um voltou a ser o que era - com o destaque para o padre que tocava James Brown no órgão da igreja.


O Trailer;


Download;

Informações
  • Tamanho: 700 Mb
  • DVDRip, Avi
  • Legendado



A trilha;

Tracklist;

VOLUME 1

1. "Mustang Sally" 00:00
2. "Take Me To The River" 04:00 
3. "Chain Of Fools" 07:39
4. "The Dark End Of The Street" 10:37
5. "Destination Anywhere" 13:13
6. "I Can't Stand The Rain" 16:22
7. "Try A Little Tenderness" 19:34
8. "Treat Her Right" 24:09
9. "Do Right Woman, Do Right Man" 27:48
10. "Mr. Pitiful" 31:04
11. "I Never Loved A Man" 33:15
12. "In The Midnight Hour" 36:27
13. "Bye Bye Baby" 38:52
14. "Slip Away" 42:16



VOLUME 2
1. "Hard To Handle" 46:47
2. "Grits Ain't Groceries" 49:10
3. "I Thank You" 52:53
4. "That's The Way Love Is" 56:33
5. "Show Me" 1:00:42
6. "Saved" 1:03:36
7. "Too Many Fish in the Sea" 1:06:33
8. "Fa-Fa-Fa-Fa-Fa (Sad Song)" 1:09:18
9. "Land Of A Thousand Dances" 1:12:11
10. "Nowhere To Run" 1:15:24
11. "Bring It On Home To Me" 1:19:05
12. "Are You Lonely for Me" 1:22:50
13. "(She's) Some Kind of Wonderful" 1:26:46
14. "Too Many Cooks (Spoil the Soup)" 1:30:08
15. "Same Old Me" 1:33:34
16. "Ain't Nothing You Can Do" [Long Version] 1:38:40




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As Favoritas de... Joseph Mount (Metronomy)

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As Favoritas de... Joseph Mount (Metronomy)
Joseph Mount, vocalista do Metronomy, tem,  musicalmente, uma dívida de gratidão para com sua irmã mais velha, Alice. Na escolha de seis das canções que moldaram a sua vida até agora, eleadmite que muitas vezes era Alice que iria passar em seu conhecimento de música ao mesmo tempo novo e ... bem, não tão legal. Mas a troca criativa não estava completamente unilateral. 'Consegui me redimir depois', confirma.

Os comentários sobre as canções, em Inglês, podem ser conferidos aqui.

Para completar a playlist original, adicionamos algumas versões originais de covers que o Metronomy fez ao longo da carreira. Confira;

Tracklist;

01. 'The Locomotion', Kylie Minogue
02. 'Down by the Water', PJ Harvey
03. 'El Scorcho', Weezer
04. 'Blue Flowers' Dr. Octagon
05. 'Needles & Pins', The Ramones
06. 'The Jungle Line', Joni Mitchell
07. 'Hypnose (part 2)', Jean-Michel Jarre & Dominique Webb
08. 'Fascination Street', The Cure
09. 'Corinne', Benoit & Sergio
10. 'Here Comes the Sun', The Beatles


Música para Sentir; 'Every Shining Time You Arrived', Sunny Day Real Estate (1998)

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Música para Sentir; 'Every Shining Time You Arrived', Sunny Day Real Estate (1998)
Quantas vezes eu vi você chorar?
Quantas vezes, eu pedi para ir embora?
Eu esvaeci na sua frente, e o que você fez?
Eu morreria por um sorriso.
Eu queria apenas que você chegasse...
E não sou estável.
Eu não penso no que venço.
Penso no tempo que perco em não estar com você.
Penso no dia em que tudo aconteceu.
Não quero ser o mesmo de sempre.
Não quero te julgar.
As brigas e decepções.
O lindo dia que você apareceu.
Contando os dias, matando os segundos...
Eu não sei o quanto aguentaria.
Eu não respiro o ar que está aqui.
O lado que eu estou...
O tempo que eu explodi...
A força que não pude controlar...




Pile (Boston, USA)

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Pile (Boston, USA)

O novo álbum do Pile, banda de Punk de Boston se chama 'You're Better Than This' e encontra o quarteto mais uma vez juntando os pontos entre o Fugazi e o Slint.  É uma alquimia que fez seu último lançamento de 2012  uma obra-prima em  vigor post-hardcore. Guitarras como máquinas de ferro-velho de demolição, bateria agredida sem piedade, enquanto o vocalista Rick Maguire grita com raiva vinda das tripas. Seus momentos mais leves, como instrumental acústica 'Fuck The Police' consegue ser paranoica mesmo quando dedilha um violão. O resultado é um pesadelo cinza e rochoso que você nunca mais vai querer acordar: Um registro que assola tanto emocional quanto fisicamente. 

Confira o primeiro single do novo álbum, 'The World Is Your Motel';




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Discoteca Básica; 'The All-Time Greatest Hits', Roy Orbinson (1977)

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Discoteca Básica; 'The All-Time Greatest Hits', Roy Orbinson (1977)

Ele não possuía alguns dos atributos que eternizaram as obras de seus mais fabulosos colegas e contemporâneos: não tinha o carisma real de Elvis, apenas flertava com a rebeldia do rock'n'roll de Jerry Lee Lewis e Carl Perkins, ou às vezes com a pureza country de Johnny Cash. No entanto, Roy Orbison conseguiu inscrever seu nome com louvor nas principais páginas da música pop, influenciando diretamente um imenso leque de stars, desde Dylan e os Beatles até Bruce Springsteen, Elvis Costello e Van Halen (que transformou num de seus primeiros hits uma versão para "Oh Pretty Woman"), entre tantos outros.

Quais seriam então as razões para este músico tímido e introspectivo, nascido e criado no interior do Texas, merecer tantas honrarias? O principal motivo deve ter ficado por conta da extrema sinceridade, aliada a uma angústia inerente à sua personalidade, transmitida de forma tocante através das canções que interpretava. Mas não só isto: suas próprias performances - em que o timbre de tenor facilmente transmutava-se em dramáticos falsetes ou finais apoteóticos - combinavam perfeitamente com o clima musical adotado para elas, uma combinação que trazia elementos do country, rock'n'roll e r&b, indissociavelmente unidos a uma clara herança do canto operístico e das baladas chicanas, reforçadas por ostensivas intervenções de cordas (diretamente ligadas à sua formação).

Oriundo da classe média, até com uma certa fama de "bom rapaz" (apesar de seus indefectíveis óculos escuros e jaqueta de couro), Orbison preferiu o inconformismo do então insurgente rock'n'roll para se lançar no show business através da lendária gravadora Sun, de Memphis, sob os auspícios de Sam Phillips (com o compacto "Ooby Dooby"). Porém, pouco depois mudou-se para Nashville, berço da country music, onde pôde desenvolver melhor sua verve romântica. E foi exatamente ali que Orbison - devidamente assessorado pelo produtor Fred Foster - atingiu o ápice de sua carreira.


Após um bom tempo trabalhando só como compositor para uma editora local, ele viu surgir sua grande chance quando "Only The Lonely" - sua segunda gravação como crooner em Nashville - atingiu rapidamente os primeiros lugares das paradas de 60. Nos quatro anos que se sucederam, este seria apenas o primeiro sucesso de uma lista memorável que englobou "Blue Angel" (60), "Crying", "Running Scared" (61), "Dream Baby", "Leah" (62), "In Dreams", "Falling", "Blue Bayou" (63) e a já citada "Oh Pretty Woman" (64), só para ficar nas mais famosas.

É exatamente este fértil período - no qual Orbison estava ligado ao selo Monument e quando vieram à luz seus all-time hits - que está coberto nesta compilação de vinte faixas. O disco (duplo) só foi lançado em 72, época em que estava praticamente afastado do cenário musical (traumatizado desde os idos de 66/68, quando perdeu sua mulher em um acidente de moto e dois dos três filhos num incêndio em sua casa em Nashville).

Depois dessa má fase (reiterada por uma complicada operação cardíaca em 79), Orbison teve sua importância gradativamente reconhecida durante os anos 80, um processo que culminou com o lançamento dos LPs Mystery Girl e A Black And White Night e a associação aos Travelling Wilburys durante 88. Pouco depois, no dia 6 de dezembro, este incurável romântico faleceu aos 52 anos. Por causa do coração, é claro. 

Celso Pucci (Revista Bizz, Ediçaõ 57, Abril de 1990) 

Tracklist;


  1. "Only the Lonely" - 2:26 (Roy Orbison & Joe Melson) 1960
  2. "Leah" - 2:25 (Roy Orbison) 1962
  3. "In Dreams" - 2:48 (Roy Orbison) 1963
  4. "Uptown" - 2:06 (Roy Orbison & Joe Melson) 1959
  5. "It's Over" - 2:46 (Roy Orbison & Bill Dees) 1964
  6. "Crying" - 2:45 (Roy Orbison & Joe Melson) 1961
  7. "Dream Baby" - 2:32 (Cindy Walker) 1962
  8. "Blue Angel" - 2:50 (Roy Orbison & Joe Melson) 1960
  9. "Working For the Man" - 2:38 (Roy Orbison) 1962
  10. "Candy Man"' - 2:44 (Ross / Neil) 1961
  11. "Running Scared" - 2:11 (Roy Orbison & Joe Melson) 1961
  12. "Falling" - 2:22 (Roy Orbison) 1963
  13. "Love Hurts" - 2:28 (Boudleaux Bryant) 1961
  14. "Shahdaroba" - 2:39 (Cindy Walker) 1963
  15. "I'm Hurtin'"' - 2:42 (Roy Orbison & Joe Melson) 1960
  16. "Mean Woman Blues" - 2:24 (Claude Demetrius) 1963
  17. "Pretty Paper" - 2:45 (Willie Nelson) 1963
  18. "The Crowd" - 2:22 (Roy Orbison & Joe Melson) 1962
  19. "Blue Bayou" - 2:26 (Roy Orbison & Joe Melson) 1963
  20. "Oh, Pretty Woman"' - 2:56 (Roy Orbison & Bill Dees) 1964


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Desconstruindo o Pop! Playlist 62; 'There's a girl in the crowd And she's balling her eye's out'

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Desconstruindo o Pop! Playlist 62; 'There's a girl in the crowd And she's balling her eye's out'

Tracklist;

01. '2020', Gaz Coombes
02. 'Bye Bye Land', Hooded Fang
03. 'Walking with a Killer', Kim Deal
04. 'Spotlight', Leagues
05. 'What's In It For?', Avi Buffalo
06. 'Hollywood Forever Cemetery Sings', Father John Misty
07. 'Waiting for Something', Nada Surf
08. 'Swim Until You Can't See Land', The Frightened Rabbit
09. 'Awake', The Electric Guest
10. 'I Became a Prostitute', The Twilight Sad
11. 'Strange Love', The Winter Gloves
12. 'I'm not a Game', Ty Segall
13. 'Post Break Up Sex' (Live), The Vaccines
14. 'Default', Django Django
15. 'Let' Boot and Rally', Iggy Pop & Bethany Cosentino
16. 'Hexxy', Speedy Ortiz
17. 'Chasing my Mind', Holograms
18. 'Directing Traffic', Inspiral Carpenters
19. 'Tormentas', Ombre
20. 'On The Corner' (Live on Letterman), The Twilight Singers