Videodrome; 'The Hardest Button To Button', The White Stripes (2005)

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Videodrome; 'The Hardest Button To Button', The White Stripes (2005)

Dirigido por Michel Gondry

Um dos vários vídeos dos White Stripes dirigidos por Michel Gondry (incluindo 'Fell In Love With a Girl', que brincava com a imagem da banda e os brinquedos Lego), "The Hardest Botão para Button" implanta uma forma de animação em stop-motion live-action para transformar os instrumentos da banda em seres semi-autônomos. Clones de Meg e conjuntos de percussão marcham através de Nova Iorque; Jack e seu equipamento replicam-se e se amontoam uns nos outros. O vídeo é artesanato puro, confeccionado a mão. Um casamento perfeito.



Mais informações;

en.wikipedia.org/wiki/The_White_Stripes
en.wikipedia.org/wiki/Michel_Gondry

MRCH (Phoenix/Sacramento, EUA)

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MRCH (Phoenix/Sacramento, EUA)

O MRCH, formado por Mickey Pangburn (vocais, guitarras e sintetizadores), Jesse Pangburn (percussão e baixo), Erin Beal (vocais sintetizadores e baixo) faz pop eletrônico lustroso com sintetizadores brilhantes e baixo shoegaze, que culmina com vocais sussurrados. 

A primeira referência é o School of Seven Bells. Porém, menos agressivo. Menos denso. O Chvurches também pode ser usado como referência, principalmente, pelo tino Pop do trio.

De alguma forma, é como se as Girl Groups dos anos sessenta e o Pop descerebrado dos anos oitenta se encontrassem através da tecnologia do novo milênio, processados pela música eletrônica e pelo Indie Rock dos anos noventa.

Confira as três faixas da banda no Soundcloud.



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Discoteca Básica; 'Low Life', New Order (1985)

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Discoteca Básica; 'Low Life', New Order (1985)


Qual a sua melhor lembrança dos anos 80? Existe aquela grudada no inconsciente de todo adolescente da época: a tardia chegada da new wave ao Brasil, a temporada de camisetas verde-limão e a onipresença de bandas como Duran Duran e Culture Club, que temperavam suas (boas) canções pop com roupas que pareciam saídas da Beija-Flor. 

Mas não são poucos os que associam a década de 80 com o lançamento do single "Blue Monday", do New Order, em 1983. Ali foi o princípio de tudo: das bases da dance music tal qual ela é conhecida hoje até a exploração pop dos teclados que transformou o Pet Shop Boys numa das bandas mais populares do planeta - num documentário sobre o New Order, Neil Tennant confessa ter sonhado com a batida do hit dias antes de ele ser lançado na Inglaterra.

"Blue Monday" foi um passo importante na carreira do New Order. A banda lúgubre que saiu das cinzas do Joy Division mostrou seu poder nas pistas e transformou a dance em algo acessível. "Eu ouvia bastante Street Hassle (Lou Reed) quando me interessei por Giorgio Moroder, Donna Summer... Achei que aquela seria a direção certa", confessou Bernard Sumner à revista inglesa Mojo.

O sucesso de "Blue Monday" abriu as portas para Low-Life, o disco definitivo do New Order. Ainda que o anterior, Power, Corruption & Lies, também tenha sido importante na ruptura de alguns dogmas da era Joy Division - adotando a bateria eletrônica combinada a ritmos humanos.

Algumas canções foram aprovadas em turnê. "The Perfect Kiss" - batizada inicialmente como "I’ve Got A Cock Like The M1" - foi o primeiro single. E ficou tão boa que acabou entrando em Low-Life. Contrariou um hábito da banda de não incluir seus singles em álbuns de carreira. Trata-se de uma gema, com o baixo de Peter Hook ditando o ritmo para Gillian Gilbert e Stephen Morris programando nos espaços da banda. As múltiplas passagens e mudanças de ritmo não entediam.

Mas seria injusto resumir Low-Life ao sucesso de "The Perfect Kiss". O álbum abriga uma excelente coleção de singles, melhor até do que muita compilação desse quarteto de Manchester. Tem "Love Vigilantes", e que o baixão galopante de Hook dialoga com a escaleta de Bernard Sumner. A letra é de uma simplicidade só, o lamento de um soldado que, ao voltar à sua terra natal, descobre que foi dado como morto.

Low-Life ainda tem "This Time Of Night", com sua letra sobre solidão; "Sunrise", prova cabal de que o New Order ainda sabia lidar com instrumentos "humanos". A instrumental "Elegia", cuja melodia é composta apenas de guitarra, baixo e teclados, e "Sub-Culture", com sua influência de Kraftwerk.

Depois de Low-Life o New Order ainda soltou álbuns legais (Brotherhood, Technique), mas o estrago já estava feito. Que o digam Prodigy, Chemical Brothers... 

Sérgio Martins (Revista Bizz, Edição 148, Novembro de 1997) 

Deluxe Edition Tracklist

1-1. Love Vigilantes 0:00
1-2. The Perfect Kiss 4:20
1-3. This Time Of Night 9:10
1-4. Sunrise 13:56
1-5. Elegia 19:59
1-6. Sooner Than You Think 24:54
1-7. Sub-culture 30:06
1-8. Face Up 35:05

2-1. The Perfect Kiss 40:12
2-2. Sub-culture (John Robie Remix) 49:02
2-3. Shellshock 56:30
2-4. Shame Of The Nation 1:03:02
2-5. Elegia 1:10:57
2-6. Let's Go 1:28:27
2-7. Salvation Theme 1:32:13
2-8. Dub Vulture 1:34:28



Desconstruindo o Pop! Playlist 143; 'Lost Love Soundtracks' (DoP! Special Edition)

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Desconstruindo o Pop! Playlist 143; 'Lost Love Soundtracks' (DoP! Special Edition)

Fui criança nos anos oitenta e adolescente espinhudo nos noventa. Consumi todos esses produtos de cultura pop tão nostalgicamente celebrados hoje em dia e, musicalmente, fui influênciado pelas duas décadas e com toda a carga que elas traziam, desde o rock britânico dos anos sessenta e pelo punk setentista. Gostar de Nirvana, Pearl Jam, U2 e Guns N'Roses levava a gente a conhecer Pixies, Neil Young, David Bowie e Rolling Stones... Tudo, apesar da dificuldade, era auto-enriquecedor. Nos alimentávamos, através da falecida revista BIZZ e da MTV dos áureos tempos de VJ's com algum conteúdo musical para ser passado, do que a música produzia na mesma velocidade do resto do mundo e isso era a maior novidade que nossas terras tupiniquins tinham em muito tempo. As bandas dos anos oitenta se reembaralhavam para a nova geração e o resultado foi uma década que formou um tipo peculiar de sujeito, que eu me incluo; Pessoas com um conhecimento musical vasto que não seguiram nenhum caminho relacionado a música ou a cultura. Uma geração inteira de moleques que tentaram ter bandas e escrever zines (lembram?) mas que acabaram como professores, bancários, funcionários públicos ou engenheiros. Éramos uma geração que começava a ter acesso a tecnologia e pós-crise econômica; Comprar discos, revistas e livros não era assim tão impossível.Difícil mesmo era se comunicar com outros como nós. E durante a primeira parte da minha vida, eu era exatamente assim. Exatamente como o personagem brilhantemente interpretado por Guilherme Weber na  montagem da Sutíl Cia. de Teatro, "Trilhas Sonoras de Amor Perdidas". Eu era sim um cara profundo na minha superfície e que adorava montar fitas cassetes para demonstrar o que não sabia dizer com palavras. Lógico que estamos em uma obra de ficção e assim como qualquer público, nos gostamos de nos ver idealizados quando transpostos para a tela/palco. Foi assim com "Alta Fidelidade", romance matador de Nick Hornby, depois transformado em filme e também com duas montagens da mesma Sutil; "A Vida é Cheia de Som & Fúria", livre adaptação do mesmo livro de Hornby, e "Nostalgia", lançadas em 2000 e 2001 respectivamente. Recentemente, outro filme mexeu com o nosso imaginários nerd-rockeiro; "500 dias com ela", mais uma vez, mostrava o sensível cara conhecedor de música que procura por uma alma gêmea perfeita com uma trilha sonora rebuscada que deixa crias por onde consegue.



Aqui, vemos a história de um casal narrada em flashback a partir de uma noite passada insône pelo protagonista. Vemos a vida de cinco anos, muito bem marcada por "Five Years", de David Bowie, sendo contada detalhe por detalhe. Mas, numa pressa e uma confusão só comparadas com a sensação adolescente do querer, através de centenas de pedaços de canções, ora facilmente reconhecidas, ora cruelmente obscuras, só para deixar todos alí sonhando em conhecer tudo aquilo. Ou não...

O grande ponto que trouxe muito a obra pro meu lado é justamente essa frenética justaposição de referências sonoras, tão amontoada e rica que fica impossível para 99% do universo acompanhar. Vemos ali, numa montagem de cenário rítmica e cinematográfica, momentos que qualquer um de nós consegue se identificar mas não ter vivido. Tudo idealizado; Momentos perfeitamente sincronizados com músicas perfeitamente apropriadas. Uma mulher tão bagunçadamente sonhada por tantos homens da minha idade na adolescência (bonita, sexy, inteligente, rápida e, claro, profunda conhecedora de música, cinema e afins) e que, pra deixar a história ainda mais 'musical', morre, deixando um vazio perfeito para inspirar milhares de canções e milhares de fitas.


A peça é sim uma espécie de variação de "Alta Fidelidade". Mas mais profunda, talvez. Divaga mais sobre perda, morte, solidão, casamento, mas é exatamente profunda na pesquisa musical e no amontoado de referências. Mas é sim melhor. em todos os sentidos. Mesmo que a originalidade do tema seja meio batido, ainda faz muito sentido nesses nossos tempos de muita oferta e pouca absorção. Os adolescentes de hoje, apesar do acesso irrestrito a tudo, não tem mais uma referência. Um oráculo. E acho que todos deveriam ir assistir para, quem sabe como eu, saírem de lá sacudidos ou pelo menos, com mais uma dúzia de músicas para as suas playlists atuais. Como o próprio personagem fala; "Fita ou playlist, é tudo a mesma coisa..."

A ambientação em Curitiba (cidade natal da companhia) deixa tudo com mais poético e belo. Alguns momentos, como a crônica sobre casamento e Nirvana são arrebatadores... Clássicas, eu diria... Não saíram da minha cabeça por um longo tempo.

Não ví como nostalgia. Nem me ví interpretado. Passei pela adolescência e posso dizer que saí ganhando. Existe sim, final feliz...

Márcio Guariba (UmTemperamentalViveAqui!, 2011)



Trilhas Sonoras de Amor Perdidas Playlist 

Tracklist;

  1. “We’ve been had” The Walkmen
  2. “Thirteen” Big Star
  3. “Bold as love” Jimi Hendrix
  4. “Shakin’ all over” Vince Taylor
  5. “Give him a great Big kiss” The Shangi-las
  6. “Midnight train to Georgia” Gladys Knight & The Pips
  7. “Don’t get me wrong” The Pretenders
  8. “Billy Bud” Morrissey
  9. “Feelin’” The La’s
  10. “Gold soundZ” Pavement
  11. “I can’t stand up for falling down” Elvis Costello & the Attractions
  12. “Moon dance” Van Morrison
  13. “The first cut is the deepest” P.P. Arnold
  14. “Last night I dreamed that somebody loved me” The Smiths
  15. “You made me love” Screamin’ Jay Hawkins
  16. “Long Flowing Robe” Todd Rundgren
  17. “Alone again, or…” Love
  18. “Soul on fire” Spiritualized
  19. “Ladies and Gentleman, We’re floating in space” Spiritualized
  20. “Five years” (Live On Old Grey Whistle Test 1972) David Bowie
  21. "Beetlebum” Blur
  22. “I am the cosmos” Chris Bell
  23. “I’m not in love” Fun Loving Criminals
  24. “Beast of burden” Rolling Stones
  25. “Just like you” Roxy Music
  26. “Just like heaven” The Cure
  27. “Brown eyed girl” Van Morrison
  28. “Femme fatale” Velvet Underground & Nico
  29. “Rattlesnakes” Lloyd Cole & The Commotions
  30. “So real” Jeff Buckley
  31. “A change is gonna come” Sam Cooke
  32. “Loaded” Primal Scream
  33. “She’s falling in love with a monster man” Screaming Lord Sutch & The Savages
  34. “About a girl” Nirvana

Música + Cinema: 'Good Vibrations', de Lisa Barros D'Sa e Glenn Leyburn (2012) (Download + OST)

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Música + Cinema: 'Good Vibrations', de Lisa Barros D'Sa e Glenn Leyburn (2012) (Download + OST)

O brilhante filme Good Vibrations conta a história de Terri Hooley, o padastro do punk de Belfast, na Irlanda do Norte. Baseado em fatos reais, o filme se passa na década de 70, diante todos os problemas sociais que a Irlanda enfrentou na época. Good Vibrations é de 2012, escrito por Colin Carberry e Glenn Patterson e dirigido por Lisa Barros D’Sa e Glenn Leyburn. O longa é uma ótima indicação para quem gosta de música!
Em meio a guerra civil e o perigo constante que assombrava as ruas irlandesas, o personagem principal Terri Hooley, interpretado com méritos por Richard Dormer, resolve montar uma loja de discos, focada em reggae, afim de acalmar os ânimos da região. Até que, em uma inesquecível cena, Terri conhece o movimento punk underground e se apaixona por aquela forma que a juventude encontrou para se expressar. E então ele monta um selo de gravadora, apoiando as bandas punks de Belfast para gravar suas músicas e distribuí-las. Sua pequena loja de discos acaba se tornando então um quartel general para promover essas bandas punks independentes.
Bem aclamado pela crítica e vencedor de vários prêmios, Good Vibrations se mostra um divertido filme que conta a história de um sujeito que pouca gente ouviu falar, mas que batalhou muito para colocar as bandas punks de sua cidade em discos de vinil, festivais, rádio e televisão. Hooley cultivou seu gênio empreendedor, apesar dos fracassos, e insistiu na sua maneira de pensar sobre a juventude da Irlanda do Norte. Em 1982, quando o punk começou a ser deixado de lado, a Good Vibrations acabou fechando, para reabrir em 1984. Fechou mais uma vez em 1991, reabriu em 1992. Fechou outra vez em 2004, para reabrir em 2005. E Terri Hooley ainda segue na luta. Vale a pena assistir.
O Trailer;

Download;
Informações
  • Tamanho: 700 Mb
  • Tamanho: 810 Mb (BluRay Yify)
  • Tamanho: 4.37 Gb (BluRay)
  • BRRip, Avi/BluRay
  • Legendado


A trilha;
Tracklist;

  1. I Saw The Light - Hank Williams
  2. Blood And Fire - Niney
  3. Past, Present And Future - The Shangri-Las
  4. Outcast - The Animals
  5. Freedom Train - Ernest Wilson (The Upsetters)
  6. You're A Disease - The Outcasts
  7. Angie - Bert Jansch
  8. Big Time - Rudi
  9. Pear Shaped - Woody Jackson
  10. This Perfect Day - The Saints
  11. Gotta Gettaway - Stiff Little Fingers
  12. Don't Wait Until Tomorrow - Michael Yonkers
  13. Love You - Ramases And Seleka
  14. Teenage Kicks - The Undertones
  15. Dream Baby Dream - Suicide
  16. The Pressures On - Rudi
  17. I Can Never Go Home Anymore - The Shangri-Las
  18. To Know Him Is To Love Him - The Langley Schools Music Project
  19. Alternative Ulster - Stiff Little Fingers
  20. The Perfect Crime - Jason Falkner
  21. Just Another Teenage Rebel - The Outcasts
  22. Laugh At Me - Holmes Ensemble Aka Whole Ensemble
  23. Star - David Bowie
  24. Self Conscious Over You - The Outcasts


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Disco da Semana; 'Girls In Peacetime Want to Dance', Belle & Sebastian (2015)

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Disco da Semana; 'Girls In Peacetime Want to Dance', Belle & Sebastian (2015)

A capacidade de contar boas histórias talvez seja o principal instrumento de trabalho a cada novo álbum do Belle and Sebastian. Personagens fictícios esbarram nas histórias reais de Stuart Murdoch, dramas corriqueiros se escondem em meio a confissões intimistas e versos irônicos passeiam em meio a bases sutis, como se histórias tipicamente adultas fossem acomodadas em uma estrutura de composição pueril. Com o nono álbum de estúdio, Girls in Peacetime Want to Dance (2014, Matador), a essência da banda permanece a mesma, entretanto, a estrutura musical agora é outra, íntima das pistas de dança.

Longe de escapar do mesmo ambiente confortável (e pop) reforçado desde Dear Catastrophe Waitress (2003), cada instante do sucessor de Write About Love (2010) parece articulado em meio a tímidos passos de dança. Poderia ser um material perdido do ABBA – na fase Arrival (1976) – ou mesmo uma versão menos frenética do Cut Copy em In Ghost Colours (2008), mas é apenas um curioso exercício de criação, a tentativa de Murdoch em encaixar seus tradicionais temas humanos em cima de descompassadas coreografias.

Ainda que o globo espelhado e luzes coloridas sejam acionadas apenas na terceira faixa do disco,The Party Line, quando mais o ouvinte se aproxima do núcleo da obra, mais o ritmo acelera e os sintetizadores ditam o funcionamento dos vocais. Melodias acústicas no melhor estilo Tigermilk? Esqueça, o cenário desbravado pelo (hoje) sexteto transborda novidade, mesmo que a estrutura da obra confirme o interesse da banda pela década de 1970. Assim como a  abertura comercial lançada em The Life Pursuit (2006), GIPWTD talvez seja o indicativo de um novo caminho a ser percorrido pelo Belle and Sebastian.

Sem necessariamente parecer uma cópia, diversos aspectos do presente álbum parecem replicar conceitos antes explorados pelo Arcade Fire em Reflektor, de 2013. Incapaz de romper com a estrutura incorporada pela banda até o registro de 2010, Murdoch e Ben H. Allen, produtor do disco, flertam com o passado em um sentido tão nostálgico quanto presente, promovendo um trabalho próximo de uma linguagem atemporal. Temas autobiográficos e melancólicos que parecem prontos para aquecer as pistas e, ao mesmo tempo, confortar a mente do espectador.

A grande diferença entre os dois trabalhos está no “conceito” assumido por cada artista. Enquanto o último álbum do coletivo canadense brinca com as décadas de 1970 e 1980 em um sentido quase “caricatural”, como uma coletânea de clássicos da época, GIPWTD nasce apenas como um disco do Belle and Sebastian “temperado” pela essência dançante do mesmo período. Talvez em uma versão “desacelerada”, não seria estranho encontrar músicas como Enter Sylvia Plath, Perfect Couples e The Party Line em qualquer outro álbum do grupo escocês.

Dentro desse jogo de pequenas adaptações rítmicas, diversas composições mantém firme a estrutura doce da banda de Glasgow. Faixas como a confessional Nobody’s Empire, Ever Had a Little Faith e Allie, instantes de respiro, inevitável diálogo com o passado do grupo e um breve descanso antes que as batidas acelerem e o Belle and Sebastian, mais uma vez, convide o ouvinte a dançar.

Tracklist;


01 Nobody's Empire

02 Allie

03 The Party Line

04 The Power of Three

05 The Cat with the Cream
06 Enter Sylvia Plath
07 The Everlasting Muse
08 Perfect Couples
09 Ever Had a Little Faith?
10 Play for Today
11 The Book of You
12 Today (This Army's for Peace)







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As Favoritas de... Joseph Mount (Metronomy)

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As Favoritas de... Joseph Mount (Metronomy)Joseph Mount, vocalista do Metronomy, tem,  musicalmente, uma dívida de gratidão para com sua irmã mais velha, Alice. Na escolha de seis das canções que moldaram a sua vida até agora, eleadmite que muitas vezes era Alice que iria passar em seu conhecimento de música ao mesmo tempo novo e ... bem, não tão legal. Mas a troca criativa não estava completamente unilateral. 'Consegui me redimir depois', confirma.

Os comentários sobre as canções, em Inglês, podem ser conferidos aqui.

Para completar a playlist original, adicionamos algumas versões originais de covers que o Metronomy fez ao longo da carreira. Confira;

Tracklist;

01. 'The Locomotion', Kylie Minogue
02. 'Down by the Water', PJ Harvey
03. 'El Scorcho', Weezer
04. 'Blue Flowers' Dr. Octagon
05. 'Needles & Pins', The Ramones
06. 'The Jungle Line', Joni Mitchell
07. 'Hypnose (part 2)', Jean-Michel Jarre & Dominique Webb
08. 'Fascination Street', The Cure
09. 'Corinne', Benoit & Sergio
10. 'Here Comes the Sun', The Beatles