Desconstruindo o Pop! Playlist 67; 'I'm getting sad here alone dancing with myself'

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Desconstruindo o Pop! Playlist 67; 'I'm getting sad here alone dancing with myself'

Tracklist;

01. 'Multi-Love', The Unknown Mortal Orchestra
02. 'Tempest', Lucius
03. 'Ghouls', H.Hawkline
04. 'The Ghost Who Walks', Karen Elson
05. 'Thank You', All Twins
06. 'Suicide Saturday', Hippo Campus
07. 'Tiger Tank', Speedy Ortiz
08. 'Grass Stain', Waxahatchee
09. 'Lonesome Street', BLur
10. 'Late March, Death March', The Frightened Rabbits
11. 'Treason! Animals!', Franz Ferdinand
12. 'In The Mirror', Public Access TV
13. 'Hot Shot', Kim Deal
14. Leather Jacket Love Song', The Cribs
15. 'Luna', Bombay Bicycle Club
16. 'Value Lines', Brilliant Colors
17. 'He Took Her To The Movie', Ladytron
18. 'Baby I Call Hell', Deep Valley
19. 'Hot Night Crash', Sahara Hotnights
20. 'Blockade', Vaz




Favoritos da Casa; Echo & The Bunnymen (Liverpool, Inglaterra)

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Favoritos da Casa; Echo & The Bunnymen (Liverpool, Inglaterra)
'Eco e os Homens-Coelho'

Sem explicação.

'Estúpido como alguns outros sugeridos por um amigo nosso' como atestou o guitarrista Will Sargent.

O Echo & The Bunnymen (o 'clássico', á saber, foi; além de Sargent é; Ian McCulloch nos vocais, Pete de Freitas, na bateria e Les Pattison no baixo )é uma das mais importantes bandas surgidas nos 80. Sob a influência de David Bowie, Velvet Underground e The Doors, filtravam o Blues rock e o psicodelismo através do Punk Inglês.


Ian McCulloch, vocalista, letrista e 'polemizador' da banda, era uma espécie de precursor dos irmãos Gallagher nos bons tempos do Oasis; Ganhou o apelido de 'Mac The Mouth' ('Mac a Boca') pelas polêmicas declarações, seguindos os passos publicitários de John Lennon.

Se auto-proclamavam a maior banda do mundo. Tsc, bobagem. O Echo era, e ainda é, e muito dignamente, uma puta banda de rock and roll, talhados na melhor estirpe.

Uma pena que não tão pouco reconhecidos hoje, mesmo que bandas como Coldplay e Arcade Fire os citam (e nem precisava...) como grande influência.

Hoje, ficou 'The Killing Moon', uma das mais belas músicas já escritas. 


Porém, ouça a crueza de 'Crocodiles' (1980) e 'Heaven Up Here' (1981). Ou os clássicos 'Porcupine' (1983) e 'Ocean Rain' (1984). Ou ainda o último dos anos oitenta, o auto-intiluado álbum de 1987 que é uma chuva de hits.

Ok, esqueça 'Reverberation', disco sem McCulloch de 1990. Se sentir a falta deles nesse 'buraco', vá ao Electrafixion, projeto paralelo que é metade dos Bunnymen. E depois, veja-os dando aula de Brit Pop em 'Evergreen' (1997) e 'What Are You Going To Do With Your Life?' (1999), primeiros álbuns sem o falecido baterista Pete De Freitas, morto em um acidente automobilistico. 'Flowers' (2001), 'Siberia' (2005) e 'The Fountain' (2009), já também sem o baixista Les Pattison, que resolveu se aposentar, são a prova de que pode-se fazer boa música fora do foco.

No meio disso tudo, compilações, álbuns ao vivo e alguns trabalhos solo de Ian McCulloch que são tão bons quanto o material original da banda.

Se tudo o que eu disse não te convencer a mergulhar na discografia da banda, ouça essa nossa playlist. Você não vai mais largar os Homens-Coelho.


Música + Livros + Cinema; 'Vale Tudo ; O Som e a Fúria de Tim Maia', de Nelson Motta (Download do livro + Leitura Online + Download do Filme + Playlist)

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Música + Livros + Cinema; 'Vale Tudo ; O Som e a Fúria de Tim Maia', de Nelson Motta (Download do livro + Leitura Online + Download do Filme + Playlist)

O livro;

Quase tão fulminante quanto o biografado, Nelson Motta fez um relato minucioso em parágrafos curtos em seu livro Vale Tudo, mostrando a história de Tim Maia através de suas loucuras, perrengues, inovações musicais, desilusões amorosas, jornadas alucinógenas, além de muitos, muitos processos.
Ainda que seja uma biografia de fácil leitura, o autor não entra em detalhes minuciosos dos períodos sombrios do cantor, como quando ele morou um bom tempo nos Estados Unidos antes de estourar no Brasil ou por que acabou retornando de uma hora para outra para a vida de loucuras após descobrir a farsa que culminaria na sua fase careta de Racional.
Analisando bem, é possível ter muitos momentos de riso com aquelas histórias que todos nós gostaríamos de colecionar para escrevermos nossa própria autobiografia. Uma delas: certa noite, Tim Maia estava chapado após doses exageradas de whisky. Quando acordou no seu apartamento, viu que tinha um desconhecido e já gritou: ‘quem é esse viadinho aí?’. O rapaz estava dormindo, então Tim decidiu aprontar. Se vestiu como um pai de santo e começou a gritar a rodo que recebeu uma mensagem falando sobre o ‘pai papacu’ que ia torar o rapaz. Sem entender nada, é lógico, o rapaz saiu correndo feito louco.
Outra: no início dos anos 1990, Tim Maia tinha fechado um contrato de exclusividade com a Brahma, que lhe renderia uma maratona de 50 shows por um ótimo cachê. Ele estava precisando desse dinheiro, já que vivia em guerra com processos que nunca comparecia, além de conflitos com direitos autorais. Logo no primeiro show, bateu uma ‘crise de sinceridade’ (como define Motta) e Tim disse à plateia que não gostava de cerveja; era fã mesmo de um Guaraná Antarctica bem gelado. Se por um lado isso encerrou sua maratona, por outra lhe rendeu bons cachês como garoto-propaganda da marca rival.

Uma característica que fica bem perceptível quando se lê Vale Tudo é a teimosia do cantor: ele só fazia aquilo que queria e quando podia. Faltava a rodo em seus shows sempre que estava bêbado demais, o que não o impedia de cometer certas gafes. Eram raras as apresentações em que ele estava de bom humor e tocava sem xingar o técnico de som ou algum instrumentista da banda. Dessas noites intensas, Tim Maia chamava de triatlo: uma combinação nada pomposa de doses de whisky, maconha e cocaína.
Sobre a sua discografia, Nelson Motta explica os trambiques das gravadoras, que levaram Tim a criar a Seroma. Dos grandes registros do cantor tijucano, ele lamenta que discos inspirados – como Nuvens, de 1982 – não estouraram. O próprio Tim Maia também não entendia por que o público não aceitava tão bem suas composições em inglês, como os discos Tim Maia (1978) ou What A Wonderful World (1997).
Loucuras à parte, Tim Maia foi um dos maiores intérpretes que o Brasil já teve, além de ter sido o responsável por criar a black music brasileira. Foi ele quem deu todo gingado à soul music brazuca, mesmo com canções sobre ‘cornologia’ ou ‘mela-cueca esquenta-sovaco’, como ele mesmo gostava de reiterar. Infelizmente, ele faleceu em 1998 aos 55 anos depois de uma infecção generalizada.
Músicas como “Sossego”, “O Descobridor de Sete Mares”, “Me Dê Motivo”, “A Festa”, “Bom Senso”, “Do Leme ao Pontal”, “Primavera”, “Azul da Cor do Mar” e uma infinidade de outras são essenciais e nostálgicas em qualquer baile dançante. Trazer toda essa essência festiva para uma linguagem literária é algo muito difícil de ser feito. Os parágrafos curtos, capítulos rápidos e o texto simples caracterizam bem como Tim Maia gostaria de ler a sua biografia. Se a intenção de Nelson Motta foi essa, o resultado foi positivo.

O Filme
Só tem um jeito de não gostar de Tim Maia: não conhecendo Tim Maia. Antes de virar o "O Rei do Soul do Brasil" ou "Síndico", Sebastião Rodrigues Maia (1942 - 1998) era apenas Tião da Marmita. Sua transformação em Tim Maia e algumas das mudanças que ele trouxe para a música brasileira estão presentes em Tim Maia (2014), cinebiografia dirigida e roteirizada por Mauro Lima (Meu Nome Não é JohnnyReis e Ratos) e que tem Robson Nunes Babu Santana dividindo o papel do protagonista na juventude e já na sua idade adulta.
A vida do cantor e compositor, tão famoso pelas suas músicas quanto pela sua fama de encrenqueiro e furão, é cinematográfica desde que começou, no Bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Fiel aos seus objetivos, ele sempre soube driblar os problemas (como a falta de dinheiro) e conseguir o que queria. E contar a sua história é também mostrar um trecho importantíssimo da música brasileira. Passam pelo filme figuras como Roberto Carlos (George Sauma), Erasmo Carlos (Tito Naville), Rita Lee (Renata Guida), Nara Leão (Mallu Magalhães) e Carlos Imperial (Luís Lobianco), além do dono da voz em off que narra tudo, Fábio (Cauã Reymond), músico que tocou por 30 anos ao lado de Tim Maia e acaba representando várias outras pessoas que em algum momento viveram (e sobreviveram) para contar história.

O roteiro de Mauro Lima se baseia no livro Vale Tudo: O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta, mas também pega material de Até Parece Que Foi Sonho - Meus 30 Anos de Amizade e Trabalho com Tim Maia, de Fábio, além de entrevistas que o próprio cineasta e a roteirista Antônia Pellegrino fizeram com músicos e pessoas que foram próximas a Tim. Histórias não faltavam e, apesar das longas 2h20 de duração do filme, eles foram até que sucintos ao mostrar a infância dura, a descoberta da música na adolescência, a realização do sonho de morar nos Estados Unidos (onde teve seu contato com a soul music e o movimento negro - até ser preso e deportado), a insistente busca pelo sucesso musical, a mágoa com Roberto Carlos, o (enfim!) sucesso, as drogas que o sucesso proporcionaram e seu fim melancólico aos 55 anos.
O roteiro ainda acerta na hora em que coloca Tim compondo algumas de suas canções e escapa da tentação de transformar em diálogo estrofes de suas músicas - vício presente em várias cinebiográficas musicais. A reconstituição histórica das ruas e figurinos e o drama todo por que Tim Maia passou são apresentados de forma hollywoodiana. E se George Sauma pesa demais a mão na sua imitação de Roberto Carlos, tanto Robson quanto Babu acertam o tom - tanto o pessoal quanto o musical. Robson faz escada e constrói o personagem e deixa para Babu o trabalho de transformá-lo com o sucesso, as mulheres (condensadas no papel da linda Alinne Moraes), a religião, a bebida e as drogas. Na hora de cantar, há apenas uma cena em que a dublagem de Robson fica mais evidente, sobrando elogios para a forma como eles conseguiram mimetizar os trejeitos do cantor no palco.
A porralouquice do estilo de Tim Maia, seu humor e todo o folclore em torno do músico fazem o resto e ainda deixam de lição de casa a gostosa tarefa de ler mais, descobrir mais e ouvir mais suas músicas. E, assim, gostar ainda mais de Tim Maia.
O Trailer
O Download
Informações
  • Tamanho: 700 Mb
  • DVDRip, Avi
  • [DVDRip] – Download

A Trilha;

Tracklist;

[00:03] 01. Não Quero Dinheiro
[02:39] 02. Não Vou ficar (Roberto Carlos)
[05:35] 03. Azul da Cor do Mar
[09:16] 04. A Festa do Santo Reis
[12:03] 05. Quer Queira Quer não Queira
[16:59] 06. Ela Partiu
[21:49] 07. Lamento
[25:00] 08. Que Beleza
[29:07] 09. Sossego
[32:47] 10. Super Mundo Racional



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Especial SXSW; 30 bandas novas para prestarmos atenção em 2015

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Especial SXSW; 30 bandas novas para prestarmos atenção em 2015

A menos que você está vivendo sob uma rocha agora você provavelmente já ouviu falar do festival South by Southwest (SXSW), em Austin, Texas. O festival aconteceu essa última semana e várias bandas chamaram a atenção. Milhares delas migram para lá todo ano em buscar de causar uma boa impressão. Além disso, filmes também são exibidos. É uma orgia dos bons sons.

A página da NME listou trinta bandas que tem tudo para se destacar nesse mar sonoro, e montou um playlist bacanudo, que vai do Punk ao Pop grudento. Do eletrônico cabeça ao acústico delicado. Algumas bandas ainda vão ter mais destaque aqui no blog, como o Hippo Campus, que saiu por aqui no ano passado.

Confira e mergulhe no novo!



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Discoteca Básica; 'Songs of Leonard Cohen', Leonard Cohen (1967)

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Discoteca Básica; 'Songs of Leonard Cohen', Leonard Cohen (1967)


"Monocórdico", "lúgubre", "um anacronismo ambulante". Com tais adjetivos aplicados a seu desempenho enquanto músico, parece incrível que ele tenha se tornado objeto de adoração para tantas pessoas. A explicação para o paradoxo pode estar na identificação do público com a passividade romântica de suas canções. Quem sabe até o mais importante não fosse tanto o que ele tinha a dizer, mas o modo como expressava sua visão de mundo.

Antecipando a corrente dos "cantores-compositores" do início dos 70 (Jackson Browne, James Taylor, Randy Newman etc.), Leonard Cohen exibiu ironia e sofisticação narrativa capazes de rivalizar com Bob Dylan. Curiosamente, sua profissionalização musical fora tardia: Cohen contava 34 anos quando lançou o primeiro LP, mas havia muito era respeitado no meio intelectual.

Aliás, palavras e sons disputaram sua atenção desde a adolescência. Aso 20, o jovem canadense cursou letras na universidade McGuill e descobriu a poesia de Garcia Lorca ao mesmo tempo em que ingressara num grupelho folk, The Buckskin Boys. Por sua vez, a estréia como escritor (vide os livros Let Us Compare Mythologies e The Spice-Box Of Earth, ambos de 55) coincidiram com as primeiras composições ao violão.

Se tivesse dependido apenas do aval da crítica literária, é provável que Leonard Cohen jamais viesse a gravar. Em 66, o romance Beautiful Losers fez dele "a grande esperança da literatura do Canadá". O redirecionamento da carreira veio por acaso: um de seus "songbooks" chegou à cantora Judy Collins, que, fascinada, incluiu a música "Suzanne" no LP In My Life. Meses depois, ela o convidou para um show ao ar livre, no Central Park de Nova York. Ali, Cohen revelou-se ao grande público sem disfarces: tímido, vulnerável e dono de um fio de voz que mal podia qualificá-lo como cantor.


Em janeiro de 68, cada uma destas características foi explorada a seu favor no LP Songs Of Leonard Cohen. Na capa, o rosto tenso (fotografado por ele mesmo através de uma câmera automática) parecia anunciar a abordagem de temas incomuns para a época. Era o auge do flower power, mas as canções de Cohen falavam de impulsos conflitivos, tédio e violência espiritual. Mesmo quando o assunto era amor, suas letras expunham um desespero latente. E, nos momentos em que a autopiedade ameaçava pôr tudo a perder, ele surpreendia o ouvinte atazanando-o com images de escalpos, afogamentos e navalhas...

Os LPs posteriores a Songs... não trouxeram grandes variações de conteúdo. É aí que estão as melhores músicas de Cohen, cujo caráter esparso surge realçado pelo approach minimalista do produtor John Simoon. Voz e violão são os elementos constantes em todas as faixas; vez por outra coadjuvados por violinos ("So Long Marianne"), jews harp ("Hey, That's No Way To Say Goodbye"), órgão ("Stories Of The Street") e orquestra ("Suzanne"). 
Por ocasião de seu lançamento, houve quem o saudasse como "a trilha ideal para se cortar os pulsos", mas as 71 semanas consecutivas (!) em que permaneceu nas charts confirmaram a dimensão maior da arte de Cohen.

Nos anos seguintes, o medo confesso de tocar ao vivo e a índole reclusa impediram-no de consolidar a fama. Ainda assim, alguns membros da geração pós-punk (Nick Cave, Clock DVA, Sisters Of Mercy, Morrissey) redescobririam nele vários pontos de interseção. 
Há pouco, por iniciativa de Christian Fevret (editor da revista francesa Les Inrockuptibles), foi editado na Europa p CD I'm Your Fan, no qual astros como Ian McCulloch, Pixies, John Cale e R.E.M. reinterpretaram suas músicas. Um tributo em atraso, é verdade, mas que faz jus ao talento de "Laughing Len". 

Arthur G.Couto Duarte (Revista Bizz, Edição 79, Fevereiro de 1992) 

Tracklist;

Lado A
  1. "Suzanne" – 3:48
  2. "Master Song" – 5:55
  3. "Winter Lady" – 2:15
  4. "The Stranger Song" – 5:00
  5. "Sisters of Mercy" – 3:32
Lado B
  1. "So Long, Marianne" – 5:38
  2. "Hey, That's No Way to Say Goodbye" – 2:55
  3. "Stories of the Street" – 4:35
  4. "Teachers" – 3:01
  5. "One of Us Cannot Be Wrong" – 4:23

Faixas bonus da reedição de 2007
  1. "Store Room" – 5:06
  2. "Blessed Is the Memory" – 3:03


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Desconstruindo o Pop! Playlist 66; 'Yes, you do look cool and by the floodlights so blue'

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Desconstruindo o Pop! Playlist 66; 'Yes, you do look cool and by the floodlights so blue'

Tracklist;

01. 'Temptation Dice', The View
02. 'Dropla', Youth Lagoon
03. 'Free Your Mind', Cut Copy
04. 'I Feel You', Johnny Marr
05. 'Earthly Pleasures', Villagers
06. 'Ryan Hoguet', Tandem Felix
07. 'Pedestrian at Best', Courtney Barnett
08. 'Giving birth to Imagined Saviors', Red sparrowes
09. 'I Get Nervous', Lower Dens
10. 'Gimme All Your Love' (Live), Alabama Shakes
11. 'Honey', Torres
12. 'Let It Happen', Tame Impala
13. 'Wide Eyes', Local Natives
14. 'Something in the Way', Tricky & Mallu Magalhães
15. 'There Can Be Only One', Cass McCombs
16. 'Intruders', Terrible Feelings
17. 'Sister Surround', The Soundtrack of Our Lives
18. 'Sex Beat', The Gun Club
19. 'Can't Say No To Myself', Sky Ferreira
20. 'No Hope Kinds', Wavves


Música para sentir; 'Help I'm Alive' (The Twelves Remix), Metric (2009)

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Música para sentir; 'Help I'm Alive' (The Twelves Remix), Metric (2009)

Sábado á noite. Chuva chata. Deixa pra lá...
Sustos e surpresas. Cento e vinte por hora. No carro já é divertido.
O sorriso que acelera a vontade. Você é meu altar.
Barata e feliz. Um copo de cerveja, por favor...
Dois... Três... Quatro...
Vamos nos divertir! Vamos mostrar pra eles que somos mais do querem que sejamos.
Somos algo que ninguém vai conseguir explicar.

Os donos da vontade. As formas mais puras e sensatas. Preto no branco. 
Coração a cada palavra.
Vamos dançar! Celebrar a juventude que sempre vai nos pertencer!
Luzes rápidas, Te beijo como da primeira vez... Ah, se todos tivessem a minha sorte...
Não quero que essa noite acabe...

Meu coração bate como um martelo... Me leva pra longe, cambaleia...

Nós nunca vamos envelhecer... Nós nunca seremos eles...
Não precisamos de mais nada a não ser um do outro... Minha melhor amiga... Minha doce doença... Meu desejo incontrolável... Eu quero mais!

Uma noite. E foi só uma noite.
De tantas que teremos pela frente.
Assim como a puta disse... Só para nós.

Ninguém mais importa, nesse mundo chamado eu e você.

(Para Ana)